domingo, 16 de maio de 2010

A Igreja enxotou os costumes depravados e criminosos

Abadia medieval
Os padrões de moralidade foram modelados pela Igreja Católica. A moral entre os pagãos atingiram um fundo de poço.

O grande filósofo grego Platão, por exemplo, ensinava a conduta monstruosa de que um doente, ou um incapacitado de trabalhar, devia ser morto.

Na Roma antiga havia 30% mais de homens do que de mulheres. As meninas e os varões deformados eram simplesmente abandonados.

Os estóicos favoreceram o suicídio para fugir da dor ou de frustrações emocionais.

Os romanos afundaram tanto na sensualidade, que até perderam o culto da deusa Castidade. Ovídio, Catulo, Marcial e Suetônio contam que as práticas sexuais do seu tempo eram perversas e até sádicas.

A Igreja restaurou a dignidade da família. Von Wissenlo, Codex Manesse 299r
Segundo Tácito, no século II uma mulher casta era fenômeno raro. Enfim, reinavam os torpes vícios em que hoje vai recaindo o mundo neopagão que apostatou da Cristandade.

A Igreja restaurou a dignidade do matrimônio e gerou um fato desconhecido pelos pagãos: suscitou mulheres capazes de tocar suas próprias escolas, conventos, colégios, hospitais e orfanatos.

A Igreja definiu e delimitou a guerra justa. Nem Platão nem Aristóteles fizeram qualquer coisa de comparável.

Em sentido contrário, o espírito moderno antimedieval teve um mestre em Nicolò Machiavello.

domingo, 9 de maio de 2010

A Igreja não só contribuiu mas fez a civilização ocidental

O Prof. Thomas Woods conclui: "A Igreja não apenas contribuiu para a civilização ocidental, mas Ela construiu essa civilização" (p. 219).  

"Pensamento econômico, lei internacional, ciência, vida universitária, caridade, idéias religiosas, arte, moralidade — estes são os verdadeiros fundamentos de uma civilização, e no Ocidente cada um deles emergiu do coração da Igreja Católica" (p. 221).


Woods constata que as escolas revolucionárias, que dizem ser a fonte da civilização, na realidade trabalharam pela sua demolição.

Abadia de Dryburgh, Inglaterra
As escolas literárias revolucionárias conceberam enredos bizarros que refletem um universo anárquico e irracional. Na música, o mesmo espírito anticristão criou ritmos caóticos como os de Igor Stravinsky.

Na arquitetura produziu a degeneração, hoje evidente, em edifícios destinados a serem igrejas progressistas. Em filosofia, caiu-se a ponto de o existencialismo propor que o universo é absurdo, que a vida carece de significado e que a única razão de viver é enfrentar o vácuo (p. 222-223).


A Renascença e o Romantismo levaram o homem a voltar-se sobre si próprio. Esta tendência desordenada resultou na preocupação obsessiva consigo mesmo e, por fim, no narcisismo e niilismo da arte moderna.

O artista londrino Tracey Emim, por exemplo, criou a absurda "obra de arte" My Bed: uma cama desfeita e suja, com garrafas de vodka, preservativos usados e roupas ensangüentadas.

Hotel Marqués de Riscal: nihilismo da arte moderna
Numa exposição na Tate Gallery, em 1999, vândalos nus pularam na "obra" e beberam o vodka.

O público aplaudiu. Emim ganhou o posto de professor na European Graduate School.

Estas são amostras do abismo em que caiu este mundo, que negou até a possibilidade de aspirar pela restauração da Cristandade.